
Existe um cansaço que o fim de semana resolve. E existe outro que dorme e acorda com você, que nenhuma folga alivia. Quando o esgotamento se instala assim, de forma constante e ligada ao trabalho, pode ser burnout — e não, isso não é frescura nem preguiça.
Sinais de esgotamento
- Cansaço profundo que o descanso não recupera.
- Distanciamento e cinismo em relação ao trabalho que antes importava.
- Sensação de incompetência e queda no rendimento.
- Irritabilidade, insônia, dores físicas sem causa clara.
- Vontade de fugir de tudo, culpa por não dar conta.
O burnout não aparece do dia para a noite. Ele se constrói na conta de meses vivendo no limite, muitas vezes com autocobrança e sem pausas de verdade.
Por que só “descansar” não basta
Tirar férias ajuda, mas se você volta para a mesma rotina, com os mesmos limites ultrapassados, o esgotamento retorna. O cuidado real passa por rever a relação com o trabalho, com os limites e com as próprias exigências internas.
Como a terapia ajuda
Na terapia, a gente entende o que levou você até ali — inclusive os padrões de autocobrança — e constrói formas mais sustentáveis de trabalhar e viver. Cuidar disso não é fraqueza; é o que permite continuar de pé. Se o cansaço já virou rotina, vale conversar.